“Vaidade, tudo é vaidade”

Por Cássia Kawamura

Sabe por que Jesus nos diz que tudo é vaidade?
Porque até os nossos erros ferem mais a nós e ao nosso ego do que a Deus. Sentimos vergonha por nós e não por estarmos ferindo Deus ao maltratar os nossos filhos e esposo.

A nossa maior dor ao cometer uma injustiça deve ser a dor de não agradar a Deus. Assim como todas as vezes em que procuramos confessar nossos pecados a dor deve ser por ter perdido a graça de Deus, por termos nos afastado dEle, desprezando o seu amor por nós. É uma dor de verdadeiro arrependimento e não uma dor vaidosa que grita: “eu errei, eu não consegui.”

Por isso, a vida da mãe cristã deve sempre ser vivida para a eternidade, vivemos o hoje para colher os frutos amanhã, os frutos eternos da nossa doação.
Quando gritamos com um filho, faltando com amor, estamos plantando uma semente e uma hora ela dará frutos. Frutos amargos, e tanto nós quanto eles, e outros ao redor, provarão dessa amargura.

Deixarei alguns exercícios que podem ajudar:
– ao acordar, sempre pense em Deus; antes de qualquer coisa, agradeça. Diga com simplicidade, mas com sinceridade: Obrigada, meu Deus, por mais um dia de vida e por tudo o que tenho. Por favor, me ajude a amar como o Senhor me ama.

Agradecer o que se tem e entregar o dia a Deus já nos trará mais paz.

– Contemplar os filhos: durante o dia, pare uns minutos para olhar para os seus pequenos, veja o quanto são lindos e como é bom ter cada um deles. E, mais uma vez, agradeça a Deus e peça paciência.

– Presença total: é precisar estar ao lado e estar presente. Faça de todos os momentos do dia, um momento especial. Ao falar, fale olhando nos olhos, não pense nos problemas e viva cada dia como se realmente fosse o último; e pode ser mesmo. Esteja aí para o seu filho!

– Sorria: ainda que não queira, ainda que não seja tão espontâneo, sorria. A sua voz vai mudar, os seus filhos vão reagir bem e você irá sentir aos poucos como é bom estar mais sorridente. A cara feia muda o nosso humor e os filhos ficam receosos de falar conosco. Não queremos ser lembradas como a mãe sempre de cara feia, sempre ocupada demais, sempre chata demais.

O primeiro passo para ser esposa e mãe e feliz é a gratidão, e vestir um sorriso nos ajudará nesse caminho.

A impaciência é fruto de que?

Por Cássia Kawamura

A impaciência é fruto de que?

É muito útil saber a raiz da irritação da mãe e a consequente perda de paciência com as atitudes de um filho.

A impaciência surge quando algo sai do nosso controle, o que inclui não saber o motivo do choro do filho, não reconhecer suas necessidades e não saber como agir diante delas.
Por isso, dizemos que a paciência é fruto do amor, fruto da caridade. Sempre que estamos diante de um filho que chora, não devemos reagir pensando no quanto ele nos irrita, mas em como podemos ajudá-lo.

Se o amor é ser para o outro, no agir com paciência a mãe sai de si, controla seus impulsos e não pensa na sua irritação, mas deseja consolar e ajudar o filho a crescer, a cessar o choro.

Essa paciência é muito evidente em mães com filhos especiais. Sabendo das necessidades de um filho autista, por exemplo, a mãe suporta suas crises com grande amor, porque ela já sabe que o choro do filho é um meio de demonstrar suas dores, e ela está ali para ajudá-lo a se controlar. Isso é amor, por isso nos encantamos com os pais de filhos especiais que estão sempre sorrindo e demostrando seu amor pacientemente diante de grandes provações diárias. Estes pais reconheceram as necessidades de seus filhos e assumiram o seu papel de encaminhar bem os filhos, segundo a pessoalidade de cada um.

Conhecer os temperamentos e as linguagens de amor ajudam muito nesse processo. Mas o que eu acredito ser o mais essencial é o olhar atento da mãe. Nós devemos conhecer os nossos filhos melhor do que ninguém. Uma mãe é capaz de saber se o filho está bem ou mal pelo “alô” ao telefone, não é mesmo?

Então, se assim é diante de um filho que chora muito, isso pode se estender também aos filhos que reclamam muito ou são muito tímidos, entre outras coisas que a mãe julgue incomum; observe-os.
Antes da sua irritação, deve vir o desejo de ajudar este filho a se tornar melhor, mais forte, mais competente.

Neste momento, o nosso olhar muda: agora estamos para ajudar um filho e não o filho para nos provocar.

10ª REFLEXÃO DE JANEIRO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

“Não é nos homens que devemos confiar, mas em Deus que é tudo e que faz tudo.”
São Marcelino Champagnat

Nós não amamos os homens para amar a Deus, nós amamos a Deus para conseguir amar aos homens.
Depositar a nossa esperança no homem não é crer que ele pode resolver os nossos problemas, é confiar que apesar de suas enormes misérias e más inclinações, ele poderá encontrar com a Verdade que o libertará da escravidão do pecado.
Confiamos na potência de santidade do homem, pois ela vem de Deus, e não confiamos no homem como um ídolo.

Muitas vezes nós achamos que confiar no homem é esperar que ele nunca nos decepcione e nos esquecemos de que, ainda que busquemos a perfeição, nós podemos cair. Por isso confiamos tudo o que temos e somos a Deus, pois é Ele o único caminho que pode nos manter firmes no caminho até o seu amor.

Quando confiamos que tudo pertence a Deus e é Ele o Senhor da vida e da morte, nós poderemos suportar o nosso próximo mesmo se ele falhar conosco. Deus o perdoa, eu também devo perdoá-lo.
Deus o espera e confia que poderá buscar a santidade, portanto eu também devo confiar no mesmo.
Mesmo os mais pecadores podem voltar-se para Cristo e mudar de vida.

Nós precisamos sempre confiar que o amor Divino não nos abandona e por isso mesmo confiamos que o nosso próximo pode encontrá-lo.
Não é viver com a esperança no homem, mas viver para Deus na esperança de que o homem se salve.

Cássia Kawamura

9ª REFLEXÃO DE JANEIRO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

“Quando nós decidimos mudar e amar a Deus, nós plantamos em nosso coração, a esperança para nós e para os nossos.”
Cássia Kawamura

Eu sou a mesma pessoa antes de depois de minha conversão, enfrento praticamente as mesma batalhas em busca da felicidade, mas há algo que fez toda a diferença no meu agir: a esperança do céu.

Na juventude, ainda que eu soubesse que existia um Deus e eu até rezasse para ele antes de dormir, eu não cria de fato que um dia poderia estar ao seu lado, que Sua presença era mesmo verdadeira em minha vida.
Após reconhecer sua verdadeira face, de olhar para Cristo e ver que eu não era a única a ter feridas e as Dele superavam em muito as minhas, eu acalmei o meu coração e encontrei o meu lugar.
Eu sempre soube que deveria ser uma pessoa melhor, mas não sabia como, qual o padrão para ser boa. Também deseja ser feliz, mas estava amando as coisas que não saciavam minh’alma.
Mas conhecendo a Verdade, a Luz de Nosso Senhor Jesus Cristo iluminou todas as trevas e acendeu todas as luzes que haviam em mim.
Enxergando meus pecados eu pude combatê-los, vendo com clareza o sinal do meu batismo eu descobri quem sou e para quem sou.
Desde então o meu viver é feliz, apesar das lutas ainda serem constantes. A esperança que nasceu em meu coração, pois agora eu reconheço o que matava minha alegria e o que ilumina a minha alma.

Se não comecemos a Verdade, não sabemos como é ser bom e nem mal, não conhecemos nem a verdadeira felicidade e nem porque continuamos tristes.
Encontrar a Deus é também encontrar a si mesmo. Cristo revelou o homem ao próprio homem e lhe deu de novo a esperança de ganhar o céu.
Não é mais o pecado de Adão que define nosso fim, mas o sacrifício de Cristo que nos permitiu ganhar o céu.

Que nunca desanimemos de buscar o céu, a esperança de ver Deus face a face deve ser o combustível para vender as batalhas diárias.

Cassia Kawamura

8ª REFLEXÃO DE JANEIRO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

“Quem mais ama a Deus, mais espera na sua bondade.”
Santo Afonso de Ligório

Muitos já ouviram falar de Deus, mas são poucos os que verdadeiramente O conhecem.

Algumas pessoas fazem de Deus um meio de alcançar seus desejos, depositam nele suas esperanças como quem aposta em uma corrida de cavalos, se ganham permanecem no jogo, se não, vão embora e culpam o azarão.
Essas pessoas não buscam o amor de Deus, mas buscam se amar em Deus. Não buscam se submeter à Sua vontade, mas realizar suas vontades nEle. Não estão para servir a Deus, esperam que Deus as sirva. Elas ainda não conhecem a Deus.

E qual o problema disso tudo?
O problema é que Ele não nos dará o que queremos, mas aquilo que é necessário para a nossa salvação. Se somos muitos soberbos, ferirá o nosso ego, permitirá que experimentemos daquilo que foge ao nosso controle para que entendamos que é Dele a soberania de todas as coisas.
Podemos ter saúde e dinheiro hoje, mas é porque Ele permitiu que viéssemos ao mundo.

E quando percebemos que não receberemos o que desejamos enquanto buscarmos a Deus, nós podemos nos revoltar e duvidar de Seu amor. Se é um Deus de amor, por que ainda sofro e as pessoas ainda morrem? Por que Ele não faz o que desejo?
Porque a Sua bondade não está em tirar de nós todo o fardo, mas em nos fortalecer e sustentar até que sejamos dignos de adentrar o Seu reino. Seremos moldados no fogo do Seu amor.

Se em Deus buscamos satisfazer os nossos prazeres, é porque ainda não conhecemos o Seu amor. Quando o conhecermos de verdade, buscaremos o Seu amor e encontraremos nele a nossa felicidade, o nosso refúgio, a nossa força.
Assim nós reconheceremos em tudo a Sua mão bondosa, que pertencendo a um bom pai, nos castiga quando merecemos e nos acaricia quando precisamos. Conhecendo sua bondade, os dias não serão vividos em vão e nem em meio ao desespero, pois em tudo há a sua Divina Providência.

Que o Senhor nos ajude a amá-Lo e buscá-Lo mais e mais a cada dia, para que o nosso coração sempre se alegre com Sua bondade.

Cássia Kawamura

7ª REFLEXÃO DE JANEIRO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

“Esperar significa crer na aventura do amor, ter confiança nas pessoas, dar o salto no incerto e abandonar-se a Deus totalmente.”
Santo Agostinho

Abandonar-se a Deus nem sempre é claro para nós. O que é a vontade Deus e quando ela se difere da minha?
Será que o que eu tenho buscado é o desejo só meu ou é a voz do Senhor quem me inspira?

Quando Santo Agostinho nos diz que “esperar é ter confiança nas pessoas e dar o salto no incerto”, logo complementa com o “abandonar-se a Deus”.
Nós devemos mesmo esperar que as pessoas ao nosso redor busquem o mesmo que nós, devemos crer que o marido caminhará conosco para o céu e por isso cuidamos bem dele. Devemos crer que os filhos seguirão no bom caminho por toda a vida, ainda que não estejamos mais aqui, por isso os educamos bem.
Nós não sabemos do íntimo de cada um ao nosso redor e mesmo sabendo que podem escolher o bem ou o mal, nós os amamos. Todos os dias nós nos dedicamos a eles e esperamos um bom futuro. É o salto no incerto!

E por que fazemos isso, seria tolice amar o ser humano manchado pelo pecado original?
Não, não é tolice. Porque nós nos abandonamos totalmente a Deus e temos a certeza de que o amor que dedicamos ao outros por causa do Seu amor que veio a nós primeiro, nunca é em vão!
Os filhos um dia poderão se desviar, há sempre uma possibilidade.
O esposo pode cair, não é mesmo perfeito.
Eu mesma posso fraquejar no caminho.

Mas mesmo que haja inúmeras possibilidades dos outros não amarem como eu amo, eu devo seguir amando. O meu amor não é para os homens, é para Deus.
O que dou para o meu próximo não é mim, é para Deus.
Sendo para Deus tudo o que eu planto, ainda que eu não colha nesta terra, tenho a certeza de que colherei no céu.

O abandonar-se em Deus não é servir aos homens, mas levá-los para Ele. Eles podem não ouvir, mas eu farei a minha parte.
O meu amor por Deus e o desejo pelo céu deve ser maior do que tudo o que queira me ferir nesta vida.

Cássia Kawamura

6ª REFLEXÃO DE JANEIRO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

“É tão grande o bem que espero, que todo sofrimento me é um prazer.”
São Francisco de Assis

Podem chamar-me de louca por dizer que é possível seguir feliz mesmo em meio às dores quando se busca o céu, mas não ousem dizer o mesmo de São Francisco de Assis, que diferente de mim e de vocês, foi santo e amou em vida a Deus como Ele quis que amasse.

E este santo homem, que veio ao mundo como nós, que pecou, se arrependeu, sofreu, mas voltou-se para o Senhor ao ponto de dizer que o sofrimento é um prazer, deve ser imitado por nós.

Mas será que São Francisco era louco por dizer que o sofrimento lhe era um prazer?
Óbvio que não. Este prazer ao qual se refere o admirável santo não é como o prazer dos insanos, que brota de uma desordem dos sentidos, mas um prazer que brota da certeza da busca pela eternidade, um prazer que é fruto da santidade.

Qual de nós será capaz de se alegrar com um sofrimento se os olhos só estão fixos nesta terra e o sacrifício por amor não ganha espaço no dia-a-dia?
Qual alma será capaz de suportar as dores físicas com alegria senão aquela que já sente o céu dentro si?
Qual homem será capaz de sorrir mesmo diante da morte senão aquele que ama mais a Deus do que a si mesmo?
Qual mãe sorri com as dores do parto senão aquela que sabe o valor da vida?
Qual esposa reza de joelhos enquanto chora e não perde as esperanças senão aquela que já experimentou do amor de Deus?

Esse prazer do qual fala São Francisco, é um prazer que o Senhor concede às almas que já vivem em conformidade com sua Santa Vontade e não temem o sofrimento do corpo, porque sabem que a alma deseja o céu.
Não temem a cruz, porque sabem que nela há o Salvador.
Não se desesperam porque sabem que Aquele ao qual amam já venceu a morte e as espera.

Que todas nós possamos buscar esse prazer escondido do sacrifício diário, porque nenhuma de nós será poupada dos sofrimentos. Sejam muitos ou poucos, devem ser vividos por amor para que possam nos levar à salvação e não ao desespero.

Quem ama a Deus nunca está só.

Cássia Kawamura

5ª REFLEXÃO DE JANEIRO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

Faço a você um apelo a confiar na verdade da palavra de Deus e a esperar firmemente nas suas promessas”. Bento XVI

Que sabedoria do Papa emérito a nos pedir somente confiança na veracidade da palavra de Deus e que tivéssemos esperança, crença resoluta em suas promessas. É o que Deus espera de nós, que o deixemos ser de fato Deus em nossa vida. 

Estamos imersos em uma sociedade descrente e assim agimos muitas vezes sem perceber. Não deixamos Deus ser Deus. Queremos ter o controle de tudo, confiamos na força do nosso braço, desconfiamos da providência.

Mudemos hoje esse comportamento e tão logo quando vier a brotar em nós inquietações sobre o cuidado de nossa vida, material ou espiritual, nos lembremos: Calma, tenho um Deus que cuida de mim. Ele proverá! 

Basta olharmos um pouco pra nossa história e veremos que Ele sempre proveu, e quanto mais buscamos à Ele, dando a guia de fato da nossa vida, tanto mais Ele mostra que a conduz como ninguém .

O Senhor não suscita em nosso coração desejos irrealizáveis nem nos dita utopias de vida, mas um caminho seguro, inclusive já mostrado por muitos filhos diletos (os Santos que sabemos os nomes) que quando nos abandonamos verdadeiramente e cremos no seu proceder, somos felizes e agimos com sabedoria.

Nos indaguemos hoje : Como está minha confiança para com meu Deus?! Tenho deixado que Ele seja Deus da minha vida!? 

Deus provê, Deus proverá, sua misericórdia não nos faltará! 

Angélica Albino

4ª REFLEXÃO DE JANEIRO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

“Aqueles que esperam no Senhor renovam suas forças; ele dá-lhes asas de águia. Correm sem se cansar, vão para a frente sem se fatigar”. (Is 40, 31)

A frase de hoje nos recorda quem é nossa fonte de força e leveza para lidar com as tribulações da vida. Aquele que é o príncipio, meio e fim.

Nosso Deus nos dá a capacidade de passar pelas dores que atravessarem nosso caminho e de conseguirmos não nos amargar, apesar dos desabores da vida; muito pelo contrário, capacita a nos fortalecer e nos aperfeiçoar.

“Aqueles que esperam no Senhor renovam suas forças; ele dá-lhes asas de águia. Correm sem se cansar, vão para a frente sem se fatigar”. (Is 40, 31)

Que possamos meditar essa passagem e contando com a graça de Deus, buscá-Lo em seus sacramentos e nos santos auxilios que nos dá por meio da Santa igreja; que renovemos nossas forças e fortaleçamos em nosso coração que, de tudo que nos acontece, o Senhor tira um bem para aqueles que O amam. 

Angélica Albino

3ª REFLEXÃO DE JANEIRO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

A esperança faz crescer a caridade, e a caridade faz crescer a esperança”.
Santo Afonso de Ligório

As virtudes se interlingam e uma alimenta a outra. Na reflexão de hoje Santo Afonso nos faz pensar sobre como a esperança e a caridade andam juntas. 

Na esperança de gozarmos da felicidade plena com nosso Deus, buscamos agir com caridade, com o amor perfeito. Agindo com caridade, esperamos conseguir nossa salvação. 

A fé junto com a caridade e a esperança formam os 3 pilares do nosso “edifício” espiritual. Assim nos perguntemos: “Tenho meditado a paixão do Senhor e seu amor por mim? Tenho agido como quem espera ganhar prêmio não nessa vida, mas na eternidade?!”

Que possamos hoje ajustar-nos e podar-nos, não esperando aqui recompensa ou aplausos, mas mirando na felicidade que não passará, onde descansaremos e diremos que tudo valeu a pena.

Angélica Albino