9ª REFLEXÃO DE JULHO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

Hoje a frase do dia de nosso calendário é:



“Às pessoas, amor; às coisas, utilidade. Nunca o oposto. Cada coisa em seu lugar.”

Esses dias li em algum lugar sobre como o casamento e a maternidade podem virar uma moeda de troca. Porque, através do casamento, a pessoa passaria a conhecer outras pessoas e grupos e para alavancar socialmente, a maternidade ajudaria. Exemplo: grupos de mães do colégio, grupos de esposas que tem o mesmo nível social, etc.
Parei para refletir e achei aquilo um absurdo. Mas, depois, parei para analisar profundamente se esse pensamento de certa forma não serviria para nos alertar sobre a vaidade.

E hoje proponho que nossa breve reflexão do dia seja para como tratamos nossa vaidade.
Porque nesse primeiro parágrafo, talvez, você tenha pensado: “Não sou assim, meu matrimônio não é uma moeda de troca. Amo meu marido. E nem minha maternidade é uma moeda de troca, daria a vida por meus filhos.” Concordo com você.
Mas pense comigo. Quantas vezes você não se pegou achando que sua rotina era “a certa”, porque você faz o ‘correto’ com seu marido ao se levantar e cuida dos filhos como “deveria” e não grita e não bate, etc. A vaidade por vezes nos fere internamente. Nos aprisiona na soberba de achar que o nosso certo nos cobre de razão. E quando nos deparamos com situações e circuntâncias diferentes daquilo que vivemos, podemos achar que nossas escolhas são as melhores e internamente, com nossa vaidade, achar que somos superiores.

A soberba anda de mãos dadas com a vaidade. Nos diminui como pessoas e nos confina num pensamento mundano de certezas rasas.

Façamos o maior esforço possível (e impossível) em procurar humildemente o perdão, através da oração e confissão.
Ao nos depararmos com esse sentimento, que procuremos entregá-lo a Deus e pedir seu direcionamento.
Que possamos acolher outras esposas e mães que vivem diferente de nós e abraçá-las, porque sabemos que o peso não é leve, mas é o que vivemos para carregar.

Vamos orar pedindo a Deus santidade e que Seu incrível Propósito se faça em nossa vida.

Para complementar a reflexão, indicamos os vídeos sobre a justiça e a humildade que está no grupo do telegram: Esposa e mãe feliz.

Em tudo dai graças

Quem nunca se flagrou reclamando, lamentando ou questionando, o porquê de estar passando por uma provação?!

A verdade é que temos uma tendência a fugir da cruz e ainda que saibamos que ela é via de salvação, quando nos chega uma dificuldade, seja ela de saúde, financeira ou um acontecimento de tristeza, como a morte de um ente querido, não raras vezes sentimos duramente o peso de quanto nos custa aceitá-la. Renegar a cruz que nos chama a carregá-la é nossa verdadeira vontade.
Nosso Senhor Jesus Cristo mesmo mostrou nossa tendência humana ao se aproximar à hora de sua paixão, quando suplicou a Deus Pai que se possível afastasse dele aquele cálice que deveria tomar, contudo, “por fim se fizesse a Sua vontade”.
Então, o sofrimento não é um fim em si mesmo, a cruz é caminho e não fim. Assim vemos que a santa resignação à vontade de Deus é critério para a santidade. “Renuncie a si mesmo, pegue sua cruz e me siga”, assim nos exorta Nosso Senhor hoje e sempre. É a espera pelo noivo que não parece ter fim, é o marido difícil, é a traição que bate à porta, é a dificuldade de se largar os vícios, é a doença grave que chega, são os revezes na gravidez, é o filho que parece dar mais trabalho do que podemos lidar. Ah… quantas dificuldades podem nos acometer.
No entanto, sejamos sábias, não reneguemos a cruz, mas agradeçamos se temos algo a padecer nessa vida, pois, se repararmos, os preferidos do Senhor levam maiores partes do madeiro da Cruz. Basta olhar para a vida dos Santos e ver quantos sofrimentos, quantas provações, quantas tristezas os acometeram para que hoje pudéssemos reconhecê-los como Santos, como pessoas que conseguiram na sua renúncia diária, nas 24 horas que possuíam dia a dia em vida terrena, abraçar a cruz que Cristo ofereceu e assim servirem de exemplo de doação de vida, de que é possível, independente de sua limitação e do quão pequeno se ache, ser aquilo que Deus espera, de agradá-Lo e ser janela do céu para tantos.
“Em tudo dai graças”. Não olhemos para a tristeza como o mundo a vê, mas sim elevemos nosso olhar como nos incita os Santos Padres para vê-la como um presente, como ocasião de fortalecer a nossa fé e de reconhecer que somos nada sem Deus. É a oportunidade de voltarmos a Ele de todo nosso coração.
Já dizia Santa Gianna: “Amor e Sacrifício é assim intimamente ligado quanto o Sol e a Luz . Não se pode amar sem sofrer e sofrer sem amar.” Para chegarmos a amar verdadeiramente, é necessário pois, abraçar a cruz; ela é necessária, mas não perdurará, recordemos. A Cruz é caminho, não fim. Caminho de amor. Cristo, o amor encarnado, foi quem mais sofreu. Em resposta a esse amor tão pronto, surja uma tribulação, a tomemos firmemente e digamos: Ó bendita chance de responder ao seu amor por nós, Senhor!
E quanto maior for o sofrimento que passarmos nesta vida, lembremos que também haverá de ser grande o amor de Deus por nós. Sofrendo o quanto O Senhor quiser que soframos, que não endureçamos o coração e o amarguemos com desconfiança de sua bondade para conosco, mas que o correspondamos com gratidão e generosidade.
A cada vez que uma tribulação nos acometer, a agarremos e lembremo-nos: é Cristo a nos oferecer um pouco do seu madeiro da cruz para tanto mais nos dar em glória nos céus. Quanto maior for o sofrimento, mais alto é o chamado de Cristo para nós: Filha, veja, o quanto eu te amo.
Escrito por Angelica Albino
Referências:
Referências:
Mt 26,39

1 Ts 5,18

8ª REFLEXÃO DE JULHO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

Nossa reflexão de hoje vem de encontro à ordem que temos aprendido e praticado:


“De hoje em diante dedicarei meu tempo amando a Deus, meu esposo e meus filhos”.

Pe. Stéphane Joseph Piat, autor do livro História de uma família – o lar onde floresceu Santa Teresinha, afirma, na conclusão do mesmo, que “amar na ordem é expandir-se”.
Quando aplicamos a ordem para amar, esta expansão acontece naturalmente. Saímos de nós mesmas para amar Aquele que nos amou primeiro. Plenas desse amor, amamos nosso esposo e nossos filhos mesmo em meio às contrariedades cotidianas, aos desafios espirituais e materiais que se apresentam para nossa santificação. Amamos mesmo quando achamos que não estamos amando.

Ao realizar as tarefas domésticas com amor, mesmo que não gostemos de realizá-las; ao acordar antes de todos, mesmo que tenhamos dormido pouco; ao atender pela décima vez o chamado “mamãe, mamãe!” com um sorriso no rosto e a mesma disposição do primeiro chamado, estamos amando a Deus e Ele, em Sua infinita misericórdia, expande nosso sentimento limitado (sim, pois muitas vezes caímos e já não mantemos o sorriso no rosto e a alegria em servir) e o eleva; o Senhor vem de encontro à nossas fraquezas e nos ajuda com Seu amor.

“Padre Piat define a espiritualidade dos Martin por três princípios: Soberania de Deus, confiança em Sua Providência, abandono a sua vontade” ¹. Tomemos por exemplo este tripé de vida espiritual para que possamos obter êxito em amar a Deus e aos nossos de forma ordenada. Mantenhamos o foco em amar e servir primeiro a Deus, como faziam os pais de Santa Teresinha, e assim seguiremos, passo a passo, a estrada que nos levará até o Céu.

¹ Mongin, Hélène. Luís e Zélia Martin: os pais de Santa Teresinha. 2. ed. – São Paulo : Paulinas, 2016, p.55.

E quando os filhos não vêm? (Testemunho)

Hoje trazemos ao blog uma partilha cheia de fé e sabedoria da Jaqueline Rodrigues sobre fecundidade alargada, quando os filhos biológicos ainda não chegaram. Ela faz parte do nosso grupo Esposa e Mãe Feliz no Telegram. Confira:

“Aqui em nosso lar temos essa graça que chega a ser um espinho: a não chegada dos filhos, dos benditos rebentos. No começo, quando eu não tinha as devidas respostas, sempre me via sendo questionada por adultos, crianças, familiares ou até pessoas desconhecidas. Talvez seja pelo fato de não estarmos naquele momento bem resolvidos interiormente, porém depois que limpamos a nossa casa interior, o exterior consequentemente foi modificado.

Hoje, mesmo após quase 7 anos de vida matrimonial, podemos ajudar vários filhos espirituais que Deus nos concedeu, assim como ajudar instituições e orfanatos católicos e não católicos. Além disso, estamos trabalhando dia após dia para sermos melhores um para o outro, fazendo regresso, de “voltar ao lar”. Estamos acolhendo mães, filhos e amigos que Deus nos concedeu e, com isso, estamos na labuta de aniquilar nossas más inclinações a cada dia. Por conta de tudo isso, nossos questionamentos cessaram. Sei que tem muita gente que reza por nós, mas hoje compreendemos que Deus não concede nada – absolutamente nada que não seja para o nosso bem. Queremos filhos? Com certeza! Todavia, antes de tudo, buscamos a Santa e bendita vontade de Deus.

Santa Zélia queria muito um filho sacerdote e Deus lhe concedeu três lindos José, mas todos nasceram prontos para a eternidade. No entanto, Deus não ouviu as súplicas dessa santa mãe? É claro que Ele ouviu! E fez? É claro que Ele fez – só que do seu modo doce e divino. Portanto, que não queiramos tudo a todo custo – ao ponto de perdermos de vista a nossa salvação ou dos nossos entes que amamos também.
Por isso, se houver mais mães aqui que são inférteis definitivamente ou temporariamente, saibam que é possível e também somos chamadas junto com os nossos esposos a saquear o inferno e a povoar o céu. Somos convidados a parir, a morrer, para ressuscitarmos todos os filhos que Deus nos confia. E não há melhor via, melhor caminho do que aquele que Deus nos chama viver.
“Deus fala conosco em nossa realidade” (Pe. Paulo Ricardo) então, não nos envergonhemos, podemos ser inférteis no corpo, mas não devemos JAMAIS ser no coração e na alma.

Ao contrário, o tempo que temos de reserva que não é dedicado aos nossos filhos biológicos, deve ser aproveitado, investido e doado em oração, estudo, trabalho e oferta no altar de Deus e no altar do próximo. Podemos usar esse sacerdócio e essa oferta para alcançar a muitos e isso não é mérito e nem glória, mas dever concreto, para Deus e para as almas.

Avante! Não se envergonhem! A nossa derrota já está aniquilada do bendito madeiro que nos salvou e redimiu. Deus é bom e JAMAIS concede algo a seus filhos ou os deixa de conceder se não for para converter, curar, salvar e resgatar.

Encontro-as no altar, lá também é nosso lugar… além de nossa realidade e circunstâncias cotidianas e ordinárias. Abraço!”

Jaqueline Andreza Rodrigues

Publicado por Iris Aguiar

7ª REFLEXÃO DE JULHO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

A reflexão de hoje no calendário de Santa Zélia é:


“Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer.”
Santo Agostinho

Este aforismo tão simples e cheio de significado do ilustríssimo Santo de Hipona também nos remete a um outro trecho da obra prestigiosa “Imitação de Cristo”: Se desejas ser coroado, luta varonilmente e
sofre com paciência. Sem trabalho não se consegue o descanso e sem combate não se alcança a vitória.”

Santa Zélia lutou muito desde o início da sua vida tendo um círculo familiar pouco amável e mais tarde contraindo doenças que desde aos 7 anos apareciam continuamente até os seus 12 anos de idade – para depois voltar na fase adulta. Mesmo diante de todas essas adversidades – muitas vezes até físicas – preferiu combater com amor para aceitar todos os filhos que Deus lhe enviava e assim merecer o descanso eterno e alcançar a vitória após a morte. Como podemos ver diante da biografia dela, Santa Zélia sofreu tantas e tantas vezes, mas por Deus sempre com grande paciência, amor e fortaleza.
A vida desta santa mãe e esposa nos revela que a esperança da vida eterna faz com que tenhamos vigor de passar incessantemente por todas as provações do nosso cotidiano – até mesmo diante das perdas.
Quantas vezes acordamos doentes ou os nossos entes queridos? Quantas dores, noites mal dormidas ou esposo mau humorado? Quantas distrações, desordens ou crises psicológicas, emocionais e financeiras?
A medida que aumenta as lutas diárias, é preciso ter grande vontade de amar as pessoas ao nosso redor e aceitar a realidade em que estamos inseridos – ao ponto de querer alcançar a vida eterna e não ser vencido por este mundo interior egoísta que muitas vezes somos nós.
Portando, assim como a nossa querida e doce Cássia, criadora desse grupo riquíssimo, sempre nos diz – só é possível ganhar o céu quem está disposto a dar a vida para merecê-lo.

6ª REFLEXÃO DE JULHO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

Hoje a frase do dia em nosso calendário:


“Ao acordar e ao se recolher lembre-se da prioridade: DEUS!”

Santa Zélia e São Luís nos mostraram com seu exemplo de vida, que, quando nos dedicamos aos nossos filhos, conseguimos incutir neles o amor a Deus.
Com o declínio dos valores, vemos a desvalorização da família. Por isso, nos esforcemos ao máximo para ensinar aos nossos filhos sobre o amor a Deus.

A família é uma instituição sagrada, por isso oremos pela nossa:

” Deus de amor eterno, Vós nos deu Luis e Zelia Martin, pais de Santa Terezinha, exemplo de como alcançamos a santidade no casamento. Eles foram fiéis a Ti realizando seus deveres diários e durante as provações que tiveram durante a vida. Eles desejaram educar seus filhos para que tornassem santos. Que as orações e exemplo deste casal ajudem as famílias cristãs florescerem neste mundo de hoje.

Se for de Sua vontade, conceda-me a graça que Lhe peço agora……pela intercessão dos Bem-aventurados Zelia e Luis Martin e permita que eles sejam incluídos entre os Santos de Sua Igreja. Por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém ”

Fonte:
Discalced Carmelite Friars

5ª REFLEXÃO DE JULHO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

Hoje a frase do dia em nosso calendário:



“Para o esposo doarei todo o meu ser e com alegria o amarei incondicionalmente.”

Eu me lembro de uma frase da Cássia no desafio do dia dos namorados, que ela nos incentivava a dizer para nosso cônjuge: te amo tanto que desejo frutos de nossa união. Claro que ela não utilizou essas palavras, mas a mensagem passada é a de uma união tão forte e solidificada que não seria possível outro resultado senão os filhos, tesouro que Deus nos confiou.

Vamos nos entregar ao nosso esposo.
Vamos reservar um tempo exclusivo para ele.
Vamos cuidar de nosso esposo.
Vamos passar um batom, arrumar os cabelos e colocar um sorriso no rosto, apesar do cansaço. ❤️

Inclusive, vamos aproveitar que hoje é sexta e vamos cozinhar um lanche gostoso ou uma janta deliciosa para o marido? Ele merece e mesmo que você talvez pense que ele “não mereça” esse carinho todo, leve em consideração nosso lema:

“Quando um melhora o outro também melhora” – Aproveita e assiste de novo o vídeo #4 da Cássia -> Sexualidade: Voltando a Amar

Dê você o primeiro passo e logo vocês estarão andando de mãos dadas rumo a santidade, assim como Santa Zélia e São Martin.

Calendário Santas Mulheres, dia 03

Hoje a frase do dia em nosso calendário: “A ordem vem de dentro para fora, da alma para o corpo.”

Façamos uma breve meditação na forma como encaramos quem está ao nosso lado (o esposo e nossos filhos).
Pense: a forma como encaro as situações piora uma desavença com meu esposo ou noivo? Acolho meus filhos ou aprofundo nossa distância? Honro meus pais ou simplesmente imponho minha ‘verdade’?
Santa Zélia, a quem dedicamos esse mês de Julho, era uma mulher sensível, que teve uma infância difícil. Se manteve firme em sua vocação, e por um grande amor a Deus lapidou seu temperamento. Foi uma luta diária pra entender determinadas necessidades de seu esposo e a dedicação em criar os filhos para o céu.
Aqui vemos a negação de si mesma pelo bem de sua família. O que não a tornou uma mulher amargurada. Ao servir sua família, era alegre, vibrante, amorosa e bem humorada.
Assim cultivamos a doação.
Reclamar, debochar, falar com ironia, gritar e deixar de falar com seu esposo, não fará com que o problema seja resolvido. Dê o primeiro passo ao controlar seu impulso em “ter razão”.
Servir também significa nos silenciar quando necessário.
Servir também é lutar contra nossos defeitos, irritações e frustrações.
Façamos mais uma vez o exercício proposto pela Cássia e por hoje: não reclame com seu esposo.
Adiciono também: seja gentil com seus filhos. ❤

Já assistiu o último vídeo da Cássia falando sobre a virtude da justiça? Se aplica exatamente com nossa reflexão de hoje.

4ª REFLEXÃO DE JULHO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

A reflexão de hoje no calendário de Santa Zélia é:


” Primeiro o necessário, depois o possível, o impossível virá por acréscimo”. ❤️

Esta mensagem remete às instrução de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo” (Mateus 6, 33).

O próprio Cristo nos ensinou o necessário, e Santa Zélia é a ‘prova’ de como é possível a santidade na vida ordinária de esposa e mãe. Sua vida nos mostra que Deus era o primeiro a ser servido, e tanto ela quanto seu esposo não mediam esforços para isso, usando todos os meios disponíveis aos cristãos: os sacramentos, a oração e a obediência à Igreja.

Viver de forma correta a ordem que temos aprendido requer essa confiança de que tudo nos será acrescentado, e dessa forma não mais precisamos nos desesperar com as inúmeras atividades de nossa rotina. Devemos crer que o Senhor nos capacitará a realizar tudo o que for necessário e possível, pois o impossível cabe somente à Ele.
Indo além: “Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado” (Mateus 6, 34).
Nosso Deus não é um Deus distante, alheio às nossas necessidades, como nos testemunha Santa Zélia: “Quando penso no que o bom Deus (em quem pus toda a minha confiança e nas mãos de quem entreguei o cuidado de meus negócios) fez por mim e meu marido, não posso duvidar de que Sua Divina Providência vela com um cuidado particular por minhas filhas”.

Abondemos, pois, todas as nossas necessidades e limitações em Deus, pois é dEle que necessitamos, e o restante Ele mesmo, em Sua Divina Misericórdia, nos acrescentará.

3ª REFLEXÃO DE JULHO DO CALENDÁRIO CAMINHO PARA O CÉU

Hoje a frase do dia em nosso calendário:

“Ordenar é priorizar. Escolhamos Deus e as pessoas.”

Em alguns momentos nosso desejo é fazer tudo-ao-mesmo-tempo-agora. Ou porque o dia foi corrido e tivemos imprevistos e não conseguimos dar conta das tarefas de casa ou porque estamos desmotivadas e perdemos o foco facilmente. Fato é que olhamos a casa e por vezes é difícil reconhecer nosso lugar, nossa função e até mesmo nosso apreço pelas atividades do lar.

Como priorizar em meio ao caos?
Ao acordar, faça uma oração. Por mais que seja breve, apenas um agradecimento a Deus por mais um dia de vida te ajudará a se dedicar melhor em suas obrigações (seja no lar ou em seu trabalho secular).
Em seguida, observe quais são as atividades do dia de hoje. Seu esposo e seus filhos são a prioridade.

Aqui em casa, acordo às 05:30/ 06:00 horas. Geralmente minha neném desperta junto e já acorda mamando. Nesse momento faço uma oração de agradecimento pela minha noite, pelo dia que se inicia e pela oportunidade que Deus está me dando em estar mais um dia com minha família. Todos os dias essa é minha oração matinal. Ao decorrer do dia faço outras orações + terço; ou apenas o terço. Em seguida tomamos um café da manhã em família, ou apenas eu e as meninas. Não é um café da manhã demorado porque meu marido logo sai para trabalhar, mas estarmos juntos na refeição inicial é primordial, porque o horário do almoço é mais corrido.

Agora gostaria de saber como é na sua casa. Quais as primeiras atividades do seu dia?