Hoje, 22 de Setembro, tem a seguinte frase no calendário: “Não são sábios os que desejam saber de tudo e sim os que desejam conhecer a Verdade Divina que leva à Salvação.” Cássia Kawamura
Nem todos os caminhos ou conhecimentos nos ajudarão na busca pela santidade.
Definitivamente nem a maior instrução terrena seria capaz disso. Pois apenas nosso Senhor nos mostra o caminho, as ações e a plenitude.
Ao longo dessa semana vimos diversas vezes sobre a prudência. Tal qual apenas a verdadeira, que nos abandona em Cristo, é a nossa possibilidade de ter virtudes.
Hoje não tem dica, nem puxada de orelha. Tem oração. Uma oração para que nosso olhar, seja sempre além do que vemos aqui.
Oração do abandono
Em tuas mãos, ó Deus, eu me abandono. Vira e revira esta argila, como o barro na mão do oleiro. Dá-lhe forma e depois, se quiseres, esmigalha-a, como se esmigalhou a vida de João, meu irmão. Manda, ordena. “Que queres que eu faça? Que querem que eu faça?” Elogiado e humilhado, perseguido, imcompreendido e caluniado, consolado, sofredor, inútil para tudo, não me resta senão dizer a exemplo de tua Mãe: “Faça-se em mim segundo a tua palavra.”
Dá-me o amor por excelência, o amor da Cruz; não o da cruz heróica que poderia nutrir o amor próprio; mas o da cruz vulgar, que carrego com repugnância, daquela que se encontra cada dia na contradição, no esquecimento, no insucesso, nos falsos juízos, na frieza, nas recusas e nos desprezos dos outros, na mal-estar e nos defeitos do corpo, nas trevas da mente e na aridez, no silêncio do coração.
– Então somente Tu saberás que Te Amo, embora eu mesma não saiba
Mas ISTO BASTA.
(R. Kennedy)